Empresários com dívidas bancárias significativas correm o risco de ter seu patrimônio pessoal atingido, especialmente quando bancos desconsideram a separação jurídica entre empresa e sócios. Para se proteger, é essencial manter contas e contabilidade separadas, evitar uso de recursos empresariais para despesas pessoais e revisar contratos para eliminar garantias pessoais abusivas.
Estruturar a empresa por meio de holdings e acordos de sócios, além de avaliar o regime de bens no casamento e o planejamento sucessório, são estratégias eficazes de blindagem patrimonial. O momento ideal para implementar essas medidas é antes da crise, garantindo que não sejam anuladas judicialmente.
Casos reais demonstram que, com planejamento e assessoria jurídica especializada, é possível preservar bens pessoais mesmo diante de grandes dívidas empresariais, protegendo anos de trabalho e esforço.